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Quem somos? Onde estamos?

São Paulo

Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo

Resumo

A proposta é realizar um mapeamento de lésbicas, gays e bissexuais na Cidade de São Paulo, nos moldes do I Mapeamento Trans da Cidade de São Paulo (https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/direitos_humanos/LGBT/AnexoB_Relatorio_Final_Mapeamento_Pessoas_Trans_Fase1.pdf), com duas fases, sendo a primeira quantitativa e a segunda qualitativa, para produzir uma publicação final com os dados. Abordaremos diferentes aspectos da orientação sexual, como questões sobre violência, discriminação, relações familiares, educação, saúde, assistência social, vulnerabilidades, etc.

Experiência

Somos responsáveis pela formulação, articulação, proposição e monitoramento das políticas públicas que visem à promoção da cidadania e a garantia de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais, homens trans e intersexuais na Cidade de São Paulo.

Realizamos, por meio de emenda, e em parceria com entidade da sociedade civil, o I Mapeamento Trans da Cidade de São Paulo. Somos responsáveis pela formulação, articulação, proposição e monitoramento das políticas públicas que visem à promoção da cidadania e a garantia de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais, homens trans e intersexuais na Cidade de São Paulo.

Público Alvo

Segundo dados da Rede Nossa São Paulo e do Ibope Inteligência: "90% dos paulistanos se declaram heterossexuais, 3% homossexuais, 2% bissexuais e 5% não sabe ou não respondeu. Esses resultados acompanham simetricamente os mesmos valores registrados na pesquisa nacional Datafolha de 2017. Nela a taxa de brasileiros que se declaram heterossexuais foi de 90%, 2% se autodeclararam homossexuais e iguais 2% bissexuais, o percentual de pessoas que não responderam chegou a 6%.". Ademais, em níveis de tolerância, a pesquisa apresenta que 4 em cada 10 paulistanos já vivenciaram ou presenciaram situações de preconceito contra LGBT+s em escolas, faculdades, shoppings, comércios, bares e restaurantes. 3 em cada 10 paulistanos tiveram contato com esse tipo de violência no trabalho, na família e em banheiros públicos e de estabelecimentos privados. Tudo isso demonstra que a cidade de São Paulo é um lugar hostil e insegura à população LGBT+. (dados disponíveis em https://www.nossasaopaulo.org.br/2018/05/21/analise-da-pesquisa-viver-em-sao-paulo-diversidade/)

A partir desses dados, é possível perceber as dificuldades enfrentadas por parte da população LGBTI. Acima de tudo, é necessário, mais que nunca, a criação de políticas públicas voltadas para essa população.

Esse projeto busca realizar um mapeamento para o público de lésbicas, gays e bissexuais na Cidade de São Paulo, de forma a amplificar os dados sobre essa população e, assim, direcionar de forma mais eficiente políticas públicas de qualidade.